Nem todo o homem sabe usar o seu sexo na mulher e nem todas as mulheres sabem receber o sexo do homem. Mas, mesmo assim, chegam ao orgasmo. Porque o sexo é independente de outros sentimentos humanos. Com amor se faz sexo e sem amor também se faz. Porém, ambos têm o sabor diferente e muitas vezes o desejo não é momentâneo. Tudo começa com a maneira de agir. O instinto sexual do homem conduz a penetração no momento em que ele sente o desejo. E a mulher sente querer a penetração quando seu sexo está pronto para receber. O ato sexual depende muito do casal para a realização plena do orgasmo no princípio e no fim
Acompanhe a narrativa: Maria Amélia é uma mulher igual às outras, mas tem uma particularidade que difere das demais. Quando bem nova, foi iniciada sexualmente com a língua do padrasto todos os dias e o dedo no ânus que seu primo mais velho três anos passava sempre quando estavam em brincadeiras inocente. Tudo sem penetração, sem dor e com muito riso. A mãe nada via, nada sabia. O tempo passou, o padrasto morreu.
“Senti falta da língua e da dederada diária na xoxôta. Meu primo cresceu em altura como seu pênis também. Ficava bem juntos, eu a pegar no seu e ele na minha... Era muito gostosa, uma sensação nova começava a crescer dentro de mim. Certo dia, já despontava peitinhos. O primo apareceu vindo das férias. Logo no primeiro dia, aproveitando a saída de minha mãe fomos “brincar”. Ele agarrou-me e jogou-me na cama da minha mãe. Tirou bem devagar às minhas roupas e beijou meus peitinhos. Sua pouca barba arranhava meus seios virgens, era uma cocêga maravilhosa. Virou meu corpo, fiquei em decúbito ventral. Beijou e acariciou a minha nádega, seu dedo mágico massageou meu ânus. Fechei os olhos para sentir mais o desejo de ser penetrada naquele lugar, era intenso. Abrir as pernas e senti a cabeça do membro rígido a forçar a entrada, até que foi entrando, não senti muita dor porque o prazer era demais. Poucos movimentos ele fez, seu peso era gostoso nas minhas costas, sentia-me protegida. Sua respiração ofegante demonstrava realidade do orgasmo deixado pela primeira vez em mim. Senti um gozo indescritível, creio até ser o motivo pelo qual até hoje tenho o maior prazer em praticar sexo anal. Também, sinto a penetração vaginal mais conceptivo nesta maneira, tenho vários orgasmos. O que mais me incita é vê um pênis quente e gostoso na minha mão. Faço nele loucuras... Realizo-me sexualmente. Não penso no ato sexual as conseqüências e muito menos no tamanho do pênis. Deixo-o ele crescer até o seu limite, o resto é comigo. Eu trato bem o pequeno e o grande. O prazer que eles dão só eu sei traduzir o efeito. Sou fêmea, tenho o que os homens querem... sexo”.
O relato acima comprova as palavras escritas no início deste texto. A prática libidinosa é um ato voluptuoso nem todo o ser humano sabe avaliar o seu prazer. Saiba usar o prazer do corpo que tens e goze os momentos desejados. É um direito seu, é vida, é saúde.
OBS: O nome Maria Amélia é fictício.
Autor: Álvaro B. Marques
SSA, 23.03.2010.
“Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial deste texto. Você não pode criar obras derivadas.”
Acompanhe a narrativa: Maria Amélia é uma mulher igual às outras, mas tem uma particularidade que difere das demais. Quando bem nova, foi iniciada sexualmente com a língua do padrasto todos os dias e o dedo no ânus que seu primo mais velho três anos passava sempre quando estavam em brincadeiras inocente. Tudo sem penetração, sem dor e com muito riso. A mãe nada via, nada sabia. O tempo passou, o padrasto morreu.
“Senti falta da língua e da dederada diária na xoxôta. Meu primo cresceu em altura como seu pênis também. Ficava bem juntos, eu a pegar no seu e ele na minha... Era muito gostosa, uma sensação nova começava a crescer dentro de mim. Certo dia, já despontava peitinhos. O primo apareceu vindo das férias. Logo no primeiro dia, aproveitando a saída de minha mãe fomos “brincar”. Ele agarrou-me e jogou-me na cama da minha mãe. Tirou bem devagar às minhas roupas e beijou meus peitinhos. Sua pouca barba arranhava meus seios virgens, era uma cocêga maravilhosa. Virou meu corpo, fiquei em decúbito ventral. Beijou e acariciou a minha nádega, seu dedo mágico massageou meu ânus. Fechei os olhos para sentir mais o desejo de ser penetrada naquele lugar, era intenso. Abrir as pernas e senti a cabeça do membro rígido a forçar a entrada, até que foi entrando, não senti muita dor porque o prazer era demais. Poucos movimentos ele fez, seu peso era gostoso nas minhas costas, sentia-me protegida. Sua respiração ofegante demonstrava realidade do orgasmo deixado pela primeira vez em mim. Senti um gozo indescritível, creio até ser o motivo pelo qual até hoje tenho o maior prazer em praticar sexo anal. Também, sinto a penetração vaginal mais conceptivo nesta maneira, tenho vários orgasmos. O que mais me incita é vê um pênis quente e gostoso na minha mão. Faço nele loucuras... Realizo-me sexualmente. Não penso no ato sexual as conseqüências e muito menos no tamanho do pênis. Deixo-o ele crescer até o seu limite, o resto é comigo. Eu trato bem o pequeno e o grande. O prazer que eles dão só eu sei traduzir o efeito. Sou fêmea, tenho o que os homens querem... sexo”.
O relato acima comprova as palavras escritas no início deste texto. A prática libidinosa é um ato voluptuoso nem todo o ser humano sabe avaliar o seu prazer. Saiba usar o prazer do corpo que tens e goze os momentos desejados. É um direito seu, é vida, é saúde.
OBS: O nome Maria Amélia é fictício.
Autor: Álvaro B. Marques
SSA, 23.03.2010.
“Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original. Você não pode fazer uso comercial deste texto. Você não pode criar obras derivadas.”
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